Ogien, Albert. La démocratie comme revendication et comme forme de vie. Tradução para língua portuguesa de

Autor:Agripa Faria Alexandre
Páginas:279-300
 
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http://dx.doi.org/10.5007/1807-1384.2015v12n2p279
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Adaptada.
DEMOCRACIA COMO REIVINDICAÇÃO E COMO FORMA DE VIDA
DEMOCRACY AS CLAIM AND FORM OF LIFE
DEMOCRACIA COMO REIVINDICACIÓN Y COMO FORMA DE VIDA
Apresentação
Albert Ogien é sociólogo, diretor de pesquisa do CNRS (Centre Nacional de la
Recherche Scientifique) e docente da EHESS (École des Hautes Études en
Sciences Sociales), de Paris. Sua investigação visa sobretudo a investigar o
problema da democracia. É autor de obras como L´esprit gestionaire (EHESS,
1995), Les formes sociales de la pensée (Armand Colin, 2007), Sociologie de la
déviance (PUF, 2012), Désacraliser le chiffre (Quaé, 2013); como pesquisador,
está diretamente envolvido com o Centre d’études des mouvements sociaux (CMS) ;
mais recentemente, em conjunto com Sandra Laugier, docente de Filosofia da
Universidade Paris I, publicou dois textos que analisam diretamente a problemática
das formas de mobilização política que são denominados « movimentos políticos
extra-institucionais », que mereceram muita atenção por parte do público :
Pourquoi désobéir en démocratie ?( Por que desobedecer na democracia Paris:
La découverte, 2010) e Le principe démocratie (O princípio democracia Paris, La
découverte, 2014).
Para proporcionar aos leitores brasileiros desta Revista o acompanhamento
deste debate, o politólogo francês nos cedeu a permissão para que publicássemos
em tradução portuguesa, o recente artigo, intitulado La démocratie comme
revendication et comme forme de vie, publicado em Raisons Politiques, n. 57,
2015/1, pp. 31-47.
O texto capta, de forma muito sintética, mas esclarecedora, as demandas dos
cidadãos por democracia, procurando sublinhar a legitimidade da ação política fora
do quadro institucional e representativo em que geralmente preferimos circunscrever
a própria democracia. A democracia como reivindicação e como forma de vida situa-
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R. Inter. Interdisc. INTERthesis, Florianópolis, v.12, n.2, p.279-300, Jul-Dez. 2015
se, assim, como exemplo de uma análise de um fenômeno que anima
manifestações políticas mundo afora (a começar pela Primavera Árabe em 2011).
Agripa Faria Alexandre
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Apresentador e tradutor, tem Pós-doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales,
de Paris (2015). Professor Adjunto do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do
Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Entre suas publicações mais recentes estão os livros
Metodologia Científica e Educação (Editora da UFSC, , 2a. Edição 2014), Práticas am bientais no
Brasil: definições e trajetórias (Editora da UFSC, 2012) e Democracia no Brasil (Editora da UFSC, no
prelo, 2015). Desde 2015 atua como pesquisador associado du Centre d´étude des m ouvements
sociaux de l´École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris e do Groupe Sciences et
Technologies du Institut Marcel Mauss. É membro associado de l`Association des Amis de la
Fondation Maison des Sciences de l´Homme (FMSH), de Paris. E-m ail : agripa.alexandre@gmail.com
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A revisão desta tradução foi realizada por Selvino J. Assmann, doutor em Filosofia pela Pontificia
Università Lateranense, Roma, Itália. Professor aposentado, docente do Doutorado do Programa de
Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC. E-mail:selvinoassmann@gmail.com

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