Algumas manifestações na 1a edição

Autor:Jurandir Sebastião
Ocupação do Autor:Juiz de Direito aposentado
Páginas:7-8
 
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“Este livro é singular no conteúdo e forma. Misto de ficção e pesquisa acadêmica. Os enredos não se limitam a descompromissada criação literária.

Muito menos, pretexto para uso estético da linguagem escrita. Em estilo sui generis e ampla visão de mundo, o autor descreve situações fictícias, mas similares ao cotidiano, aplaudindo condutas tolerantes e solidárias, e verberando contra abusos e violências. Indica rumos para convívio pacífico.

A essência é a preservação das liberdades, a exaltação à ética e à meritocracia.

Não como livres opções. Mas como necessidades de condutas humanas diuturnas e interativas. [...] No estudo que produziu com maestria, Jurandir Sebastião tornou certo que o homem honrado é naturalmente inimigo da fraude; o homem sincero, da mentira; o homem justo, da opressão; o homem puro, do vício e da iniquidade. São esses os homens que em todos os tempos representam a força moral do mundo, que Jurandir Sebastião retratou, inspirados pela bondade e sustentados eternamente pelo seu valor. Vale a pena ler A VIDA, O MUNDO E O DIREITO. Da leitura, além do prazer, brotam reflexões sobre o nascer, o conviver e o morrer.

Aristoteles Atheniense – Advogado e Conselheiro Nato da OAB - Diretor do IAB e do IAMG – Presidente da Academia Mineira de Letras Jurídicas.

“O livro A VIDA, O MUNDO E O DIREITO é leitura para todas as pessoas, independentemente de idade, de religião e de formação cultural. Servirá como guia para a vida. No primeiro capítulo o autor focaliza herança, questões familiares e modos de viver e conviver. A ética do advogado, no sentido profissional e social, é valorizada. Outros capítulos se seguem com interessantes discussões no ambiente denominado “Cozinha Cultural”.

Num deles, descreve julgamento judicial equivocado e os danos irreparáveis decorrentes. O tema é o de falso erro médico. Lições de direito e deveres do julgador são aclarados. A seguir, aponta as mazelas do sistema eleitoral/partidário brasileiro e sugere vários aperfeiçoamentos. Na discussão sobre liberdade, aponta a ética como limite; que meritocracia não afasta igualdade; que capitalismo é sistema de produção; que realização pessoal pende de equilíbrio nas condutas do conviver. O arremate vem

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com as teorias do criacionismo e do evolucionismo repudiando fanatismos religiosos destrutivos. No geral, o texto, do início ao fim, realça a educação e o respeito mútuo como base de convívio pacífico.” Yoshiaki Ichihara – Desembargador...

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