• As boas relações entre juízes e advogados

Editora:
Pillares
Data de publicação:
2015-03-05
Autores:

(Jornalista, Jurista, Político e Docente universitário italiano)
ISBN:
978-85-8183-044-5

Descrição:

O AUTOR Piero Calamandrei (Florença, 21 de abril de 1889 — Florença, 27 de setembro de 1956) foi um jornalista, jurista, políticoe docente universitário italiano. Junto com Francesco Carnelutti e Enrico Redenti foi um dos principais inspiradores do Código de Processo Civil de 1940, onde trabalhou na formulação legislativa e no ensino fundamental da escola de Giuseppe Chiovenda. Foi impedido de continuar na carreira de professor universitário por não subscrever uma carta de submissão ao «duce» que era uma exigência na época. Nomeado Reitor da Universidade de Florença em 26 de julho de 1943, até 8 de setembro, pois foi atingido por um mandado de prisão, somente exerceu efetivamente o seu mandato em setembro 1944, com a libertação em Florença, em outubro de 1947. Presidente do Conselho nacional forense desde 1946 até sua morte. Fez parte da Consulta Nacional e da Constituinte como representante do Partido da Ação. Participou ativamente do trabalho parlamentar como integrante da Junta de eleição da comissão de Investigação e da Comissão pela Constituição. E sua intervenção no debate da assembleia teve grande ressonância: especialmente em seu discurso do seu plano geral da Constituição, seu acordo lateral, sua indissolubilidade do matrimônio, seu Poder Judiciário. No ano de 1948 foi deputado pela «Unidade socialista». No ano de 1953 toma parte da fundação do movimento de «Unidade popular» juntamente com Ferruccio Parri, Tristano Codignola e outros. A OBRA Baseado talvez na mais importante mis¬são de sua vida, ou seja, a elaboração do Có¬digo de Processo Civil italiano, Calamandrei palmilhou sua vida pública e profissional muito bem amparado por essa conquista in¬telectual de genuína cepa. A obra “As boas relações entre juízes e advogados” transcorre exatamente acerca das novidades que a novel lei adjetiva traria para os italianos, mormen¬te, os juristas em geral. No prólogo da obra, o autor explica que o livro seguirá baseado em um diálogo, já que este é todo em conversação, entre seis amigos da época de faculdade, dois advogados, dois juízes, um professor universitário de Direito e um empresário. No final, já no derradeiro fechar das cortinas, aparece uma sétima per¬sonagem chamada de filósofo, pois escuta muito e pouco fala. Piero acabou apelidando as personagens: os advogados são chamados de “primeiro ad-vogado” e “segundo advogado”, os juízes da mesma maneira, primeiro e segundo, o em¬presário é nomenclatura do como “ingênuo”, talvez por nada entender de processo e o pro¬fessor é reconhecido como “o teórico”, pois conhece muito de processo, mas apenas na teoria da sala de aula. Leitura mais do que obrigatória tanto para profissionais como acadêmicos. Como preceptor não devo me furtar de indicar essa obra a todos que comungam com Santo Agos¬tinho: “minha alma arde pelo saber”.